O roubo e a manipulação de identidade, tipo de fraude que implica no uso mal intencionado de dados de identificação, geram prejuízos da ordem de bilhões de dólares anualmente às organizações. Trata-se de um problema mundial. No setor de seguros nos Estados Unidos, por exemplo, as fraudes representam 10% dos prejuízos e revisões de perdas relacionadas a apólices. Diante desta situação, o que as empresas privadas e estatais podem fazer para preservar sua segurança e minimizar seus riscos?
Uma medida importante para garantir controle e segurança é ter certeza da identidade dessas pessoas que interagem com a empresa ou instituição e, ainda, compreender os relacionamentos existentes entre elas. É imprescindível ter essa capacidade de identificar os indivíduos suspeitos para minimizar o risco de fraudes.
Os métodos usados pelos fraudadores são difíceis de se detectar. Atualmente, há amplas evidências do crescimento das fraudes, lavagem de dinheiro e outros delitos associados a dados de identidade. A Índia, um centro financeiro em expansão, tem se mostrado vulnerável às práticas de lavagem de dinheiro. Segundo um relatório da KPMG, traficantes de drogas, armas, entre outros criminosos, lavam mais de US$ 1 trilhão por ano no país.